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Movimento Negro Unificado e Educafro buscam maior representatividade negra no Conselho de Educação da Bahia

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O diretor de Relações Institucionais do Movimento Negro Unificado da Bahia (MNU), Ademário Costa, e o coordenador da Educafro Bahia, Tácio de Oliveira, se reuniram com o presidente do Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE-BA) para solicitar a ampliação da representatividade negra entre os membros do Colegiado de Educação do estado.

Para Ademário, essa inclusão é fundamental para a igualdade racial e o antirracismo. “Temos pautas históricas importantes ligadas à educação, seja na história da África, da recuperação das nossas raízes, da memória e da história do povo negro. Por isso, é de extrema importância que negras e negros estejam presentes nesses espaços e nos currículos escolares para que seja garantindo que o recorte racial esteja presente na educação baiana e brasileira”, destacou o representante do MNU.

Tácio também destacou a importância de uma educação mais justa e inclusiva. “A nossa luta é para a inserção dos jovens, principalmente os afrodescendentes, nos cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado. Na Bahia, por ser um estado com predominância de pessoas pretas, a gente caminha de mãos dadas com o movimento Negro Unificado nessa luta, por isso estamos nesse encontro com o Conselho”, acrescentou o coordenador do Educafro Bahia.

O presidente do CEE-BA, Paulo Gabriel Nacif, assumiu o compromisso de transmitir ao Governo o pleito de ampliação da representatividade negra entre os membros do Órgão Colegiado de Educação Primaz do Brasil, no momento em que o Conselho passa por uma reformulação dos seus membros e destacou a necessidade da implementação de políticas afirmativas nos currículos escolares.

 

Fonte: https://politicalivre.com.br/2024/02/movimento-negro-unificado-e-educafro-buscam-maior-representatividade-negra-no-conselho-de-educacao-da-bahia/

Sobre

Movimento Negro Unificado (MNU) é uma organização pioneira na luta do Povo Negro no Brasil. Fundada no dia 18 de junho de 1978, e lançada publicamente no dia 7 de julho, deste mesmo ano, em evento nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo em pleno regime militar. O ato representou um marco referencial histórico na luta contra a discriminação racial no país.

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